segunda-feira, 19 de abril de 2010

A woman is like a tea bag - you never know how strong she is until she gets into hot water

Ainda não há um dia que passe em que eu não pense no que aconteceu... e em ti. Os meses vão passando e às vezes acho que as coisas vão melhorar e que a distância entre mim e aquele ponto de viragem está iminente. A maior parte das vezes acho que isso nunca vai acontecer. E é isso que vou continuar a achar porque ainda me fazes muita falta. É por me fazeres falta que eu sei que a maior luta que ainda tenho que travar é a luta para me ter de volta. O que levaste de mim faz-me mais falta que tu.

7 comentários:

Poetic GIRL disse...

Exactamente o que as outras pessoas levam de nós, é o que demora mais tempo para voltar para nós. Mas volta. Só tens que ser um bocado mais paciente... o que é teu, sempre regresserá para ti... bjs

Miguel disse...

Tenho vários doutoramentos nesse assunto e podes ficar descansada que isso acabará por passar quando tu quiseres.

Não será o tempo, não será outra pessoa... Serás tu! Só tu podes dar a volta ao assunto e deixar sair tudo o que te aturmenta.

Lembras-te daquele dia que que fizeste um post qualquer sobre o Hi5? Lembras-te do que comentei?

Foi o ultimo dia!
Libertei-me definitivamente nesse dia, talvez um pouco por causa do que escreveste...

O exterior ajuda-te a pensar, a ver uma ou outra coisa que não estás a conseguir ver... Alguém pode dar-te a mão e senti-la, acalma-te e permite-te soltar o que tens de soltar...

És uma chavaleca ainda, mas não és uma chavaleca qualquer... Não sofras fechada em ti, porque alguém não quis estar ao teu lado... Quem não quer estar ao teu lado nunca terá o potencial para exponenciar a tua felicidade, entendes? Essas pessoas só servem para nos abanar, para nos fazer ver que estavamos enganados quando confiámos nelas...

Alguém haverá de querer dar-te a mão e segurá-la... com vontade de não a largar.
Vá, miuda, põe a vida a correr...

:)

Emma Bovary disse...

Poetic, o problema é se não me recupero na forma original e eu gostava muito da minha forma original.

Miguel, eu sei de tudo isso. Não sofro de falta de racionalidade, como tu bem deves saber a racionalidade não tem nada a ver com o assunto. Eu lembro-me desse post e também eu quero largar isso tudo da mão e seguir em frente. O problema é que ainda tenho as inseguranças de chavaleca. :) Essa é a grande diferença entre nós. Mas a vida acontece todos os dias, não é?

Miguel disse...

Emma,

Mas há alguém que passe indiferente a um desgosto amoroso?

Por acaso não leste que nunca ninguém me fez passar por tamanha tristeza como este ultimo caso? E olha que eu já me tinha separado da mãe dos meus filhos, que amava na altura, sendo obrigado a ficar longe deles também...

A idade não quer dizer nada. Ou quase. O que conta é o que sentes dentro de ti. Além disso, quando temos mais idade, já esperamos outros comportamentos das pessoas, esperamos que as palavras tenham algum significado, algo que quando somos mais jovens, nem nos lembramos...

Vá, toca a marchar!

;)

Patife disse...

O Patife brinda a isso.

Emma Bovary disse...

Nós temos é todos um karma do caraças. Patife, brindemos a isso!

irish blood, english heart. disse...

espero que consigas recuperar o teu eu novamente. ele, mais do que homem algum, é importante ter de volta.

: ) abraço.